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Dia Internacional dos Museus






O Museu da Região Flaviense associa-se mais uma vez às comemorações do Dia Internacional dos Museus, 18 de Maio, sendo o tema proposto para 2011 "Museus e Memória".

Para marcar esta data, o Museu faculta a entrada gratuita a todos os visitantes neste dia e convida-o desde já a conhecer "Chaves Antiga", através de uma projecção fotográfica a decorrer durante o dia.

Não deixe de nos visitar neste dia. Contamos com a sua presença.

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O Museu em Notícia


Visita virtual:




O Museu da Região Flaviense foi capa do Cartaz Cultural do mês de Dezembro da Tv Localvisão.

Venha fazer uma visita virtual ao núcleo arqueológico do Museu da Região Flaviense e conhecer a nossa colecção museológica.






Esperamos ter-lhe aberto o "apetite cultural". Não se fique apenas pela visita virtual, visite in loco o nosso espaço cultural na Praça de Camões, junto à Câmara Municipal.


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Desfile de Moda


Património com Estilo:



A designer flaviense, Liliana Baptista, organizou em parceria com o Núcleo de Arqueologia do Museu da Região Flaviense um desfile de moda.

O espaço do Museu transformou-se numa verdadeira passerelle, servindo de palco ao desfile da colecção de inverno 2009/2010. Por entre o Padrão dos Povos, a coluna romana, marcos miliários e vitrinas cheias de História desfilaram na passadeira vermelha manequins de tenra idade e jovens flavienses, acompanhados pela música ao vivo da Academia de Artes de Chaves. Foi, certamente, uma forma criativa de simbiose entre o antigo e o moderno, o património, a moda e a música.

A iniciativa decorreu na noite de dia 5 de Dezembro, a partir das 21h00, e teve como objectivos promover e valorizar o património histórico local, bem como incentivar o comércio e o trabalho de criadores locais.

Foram muitas as pessoas que não quiseram deixar de marcar presença neste evento e que após o desfile se deixaram levar pelo chamamento das peças em exposição, não resistindo a uma apreciação mais detalhada.

Dado o feedback positivo do público, será certamente uma iniciativa a repetir.

Para quem não viu o desfile ou para quem viu e queira recordar aqui fica a nossa galeria de fotografias sobre o evento.






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Núcleo de Arqueologia e Pré-História


Criação:

A ideia de criação do Museu remonta a 1929, aquando da passagem de Chaves de vila a cidade.

Nesse ano, a Comissão Administrativa da Câmara Municipal deliberou, na sessão ordinária de 18 de Maio, criar e eleger a Comissão Instaladora do Museu da Região Flaviense. Este grupo era constituído por distintas personalidades da cultura flaviense, nomeadamente, o Dr. Francisco de Barros, Dr. Adalberto Teixeira, Dr. António Júlio Gomes, Dr. Constantino Torres Vouga, Dr. padre António Cerimónias e o padre Manuel Pita.

A primeira casa do museu foi na antiga igreja do Convento das Freiras. Mas, em 1945, o museu foi transladado para o edifício do Largo do Anjo, uma casa senhorial que integrava a Capela de Santa Catarina.

Com a comemoração em 1978 do XIX século da existência do Município Flaviense, a qual contou com a presença do então Presidente da República, o General Ramalho Eanes, o museu foi novamente transferido, agora para o edifício do Paço dos Duques de Bragança, antigo albergue da célebre biblioteca-museu do duque, aonde permanece.

Em 1993, foi criada uma Comissão de Reformulação do Museu da Região Flaviense constituída por vários especialistas das áreas de História, Arqueologia e Museologia, onde se destaca a acção dos Profs. Drs. Armando Coelho e Rui Centeno, bem como do arquitecto Manuel Furtado Mendonça.

Inicialmente, este museu recebeu o nome de Museu da Região Flaviense, mas posteriormente foi atribuída esta designação à rede de museus municipais, que abrange os vários museus temáticos da região, passando este museu, que encabeça a rede, a designar-se por Núcleo de Arqueologia e de Pré-História.

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Edifício:

O Núcleo de Arqueologia e Pré-História situa-se no antigo paço dos Duques de Bragança, na actual Praça de Camões, num emblemático complexo monumental, no centro histórico da cidade de Chaves.

Trata-se de um edifício muito sóbrio, decorativo e tipologicamente constituído por dois pisos. Originariamente construído para albergue de D. Afonso, 1.º Duque de Bragança, este paço estava encostado à torre medieval, da qual era continuação.

D. Afonso, filho ilegítimo de D. João I, casou com D.ª Brites, filha do Condestável D. Nuno Álvares Pereira e após o matrimónio, escolheu a então Vila de Chaves para residência e aí mandou construir bem perto do castelo o seu palácio, cuja construção terá começado em 1410 e concluída em 1446.

Quando a torre se tornou obsoleta, o edifício anexo passou a assumir o seu papel, sendo ampliado e melhorado.

No início do século XVIII, transformou-se em aquartelamento militar, passando a albergar a guarda principal da praça-forte, quando o Governador das Armas da Província de Trás-os-Montes, o General Francisco da Veiga Cabral, mandou ampliar o edifício e construir a fachada que se volta para a praça. É nesta época que o edifício vai atingir o porte monumental, com um largo portão encimado por trabalhosas e artísticas armas reais em pedra. Manteve a função militar até meados do século XX, altura em que acolhia o Batalhão de Caçadores de Chaves.

Todavia, foi já nos nossos dias que o Museu da Região Flaviense se transladou para este monumental edifício, honrando, desta forma, a memória de D. Afonso, que aqui viveu parte da sua vida, homem culto, muito viajado e um fervoroso entusiasta das artes e das letras.

O actual espaço museológico é composto pela sala principal, onde está exposta a colecção permanente, pela sala de exposição de pintura, dedicada ao Mestre Nadir Afonso, pelos gabinetes administrativos e pela sala de trabalhos arqueológicos.

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Colecção Museológica:

A recolha do seu acervo foi efectuada durante dezenas de anos por devotos arqueólogos amadores da região, por doação de filantropos e beneméritos, amantes do património e da cultura, e também por recolha em trabalhos arqueológicos levados a cabo na região flaviense.

Como a passagem de inúmeros povos por estas terras foi vasta, também o acervo arqueológico do museu é extremamente diversificado, balizando-se cronologicamente entre o III.º milénio a. C. e o período correspondente à Romanização. Neste sentido, podem distinguir-se dois períodos principais:


Período Pré-Romano - os primeiros vestígios legados datam do começo da Idade dos Metais, período designado por Calcolítico. Altura em que as comunidades indígenas iniciaram a produção de objectos em cobre, ao mesmo tempo que continuaram a fabricar artefactos em pedra. Seguiu-se ao Calcolítico ou Idade do Cobre, também a Idade do Bronze e do Ferro. Testemunhos do período Pré-Romano são os objectos líticos, como machados, goivas, enxós, percutores, pontas de seta, lâminas, lamelas, furadores, raspadores e raspadeiras; objectos em cerâmica, como os vasos de decoração incisa, tipo Penha, representativos da Cultura Campaniforme; Objectos de adorno, como contas de colar; elementos de fiação e tecelagem, como cossoiros e pesos de tear; objectos em metal, de cobre, bronze, ferro e ouro, como punhais, pontas de lança, machados, fíbulas, um anel, uma bracelete, argolas; estátuas em pedra, como a estátua-estela e a estátua menir; elementos de moagem, como as mós de vaivém e as mós giratórias.


Período Romano - o museu possui uma das mais ricas colecções epigráficas, nomeadamente de carácter votivo, honorífico, funerário e viário, com particular interesse para o estudo da vida pública e privada da comunidade aquiflaviense. Para além da epigrafia destacam-se ainda, a colecção de numismática, objectos de adorno, cerâmica sigillata, materiais de construção, estatuetas, elementos de fiação e tecelagem.


Saiba mais informações sobre este Museu consultando o seu roteiro.
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